quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

Corda Bamba


Rio devagarinho, hoje.
Desculpa-me. Não posso controlar a vontade ascendente de te dizer "bem feita". E, agarrado a isso, vem um riso do fundo que te diz "foi-te dada a oportunidade". Não sabes da minha reacção fria e cruel, mas entendes se eu for arrogante.
Mudança. Trocas e trocas que na vida há ao compasso das voltas do globo terrestre.
Transformações.
E assim como a noite se torna dia, também na tua consciência se fez o raiar de um novo eu. Digo, talvez. Talvez, afinal, seja o teu velho eu que se endireitou após os tombos que foste dando no caminho para a montanha que se revelou um precipício. Ainda conseguiste dar o passo atrás. Ainda tiveste tempo e alguém que te puxasse e que te salvou. E sabes que mais? Ainda bem, apesar do meu riso frio e cruel.
Agora, aos poucos, vais-te restabelecendo, mas não esperes que te trate as feridas.
Não te vou pedir desculpa, I.





Loira

terça-feira, 28 de dezembro de 2010

Em pré-loucura


A precisar de cruzar a estrada para o outro lado. De me desprender. De percorrer o trilho apertado, mas livre.



Loira

sexta-feira, 24 de dezembro de 2010


Amar como te amei ninguém mais ama

De tanto que nem sei se vale a pena

Amar, e sempre amar a quem mais clama

O nosso desamor feito dilema

Dar e não saber se quem recebe

É cego ou não quer ver toda a saudade

Que existe, e que persiste e não percebe

O triste deste amor em fim de tarde

Ninguém mais do que tu foi tão verdade

Das coisas que nos dão razão à vida

Prisão que ontem foi de liberdade

E hoje se transforma em chaga viva



Amar como te amei ninguém mais ama
De tanto que nem sei se vale a pena
Manter nesta paixão acesa a chama
Ou apagar num sopro este dilema
Ninguém mais do que tu foi tão verdade
Das coisas que nos dão razão à vida
Prisão que ontem foi de liberdade

E hoje se transforma em chaga viva

Bom Natal para todos pessoal 0) ...

Morena

terça-feira, 23 de novembro de 2010



" Brisa do passado, causa de todos os males e medos" 

terça-feira, 12 de outubro de 2010


"O que não nos mata, torna-nos mais fortes".
A partir de agora vais pôr-me a prova. Mas eu sou da tua altura!
Loira

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

Talvez seja isso que fazemos às pessoas que amamos : damos tiros no escuro, e depois apercebemo-nos tarde de mais que ferimos as pessoas que estávamos a tentar proteger.

morena

sábado, 7 de agosto de 2010






Diz-me que me amas...
Diz-me que não te perdi...
Diz-me que me queres...

disposta a lutar por nós... depois de momentos de grandes pensamentos sobre mim e sobre nos. Nada é uma barreira se nos tivermos.

morena

domingo, 1 de agosto de 2010

Declaraçao

Temo que uma pagina tenha se virado sem o meu companheiro, o meu companheiro já de varias paginas escritas.
Agora, o que sinto por ele é quase insuportável... por ter sido e por ainda ser a pessoa que mais amei, que mais dediquei e que mais quis.
Houve erros... coisas que observo agora de fora e que poderiam ter sido feitas mas e agora?
Deveria ter assumido o "controlo" das coisas muito mais que fiz, por exemplo. Mas tudo isto agora são só deveriam... E na altura senti que não corria risco, que poderia mostrar mais de mim numa fase melhor. Esqueci-me por vezes que o amava assim tanto mas sempre mantive acesa a chama e sempre sonhei contigo. Secalhar sonhos que te assustaram...
Espero que te lembres de mim. Amo-te ainda tanto e acredito ainda tanto. pois continuas a ser a pessoa que acho ser a ideal para mim....
Fica aqui escrito que amei e que não te esquecerei. Que me fizeste cresce e ser feliz. Desculpa por tudo o que não fiz e pelo ultimo fim-de-semana.
Estou magoada e desiludida. Insuportável...

Morena

quinta-feira, 22 de julho de 2010



Quanto a ti loira... Ja sabes... Irmas sao de sangue e sangue é eterno.

vi-te a ir pela areia, devia ter-te puxado e prendido mais um pouco, até sentires que nao podes tar tempo. Tempo cansa. Magoa e desperdiça momentos.

Morena, feliz.
A tempestade passou. E com ela a imagem cruel de uma vida sem ti. Sem o teu amor e sem o teu abraço.

Prometo fazer-te feliz, todos os momentos que me permitas fazer-lo.


Morena, feliz.

quarta-feira, 21 de julho de 2010

Ainda me importo



Voltar a partilhar, voltar a rir, a sorrir. Sabe bem voltarmos ao que foi, como se não tivesse existido pausa no espaço e no tempo. Hoje, foi como era todos os dias. Todas as horas partilhadas em todos os santos dias, apenas com folgas em alguns fins-de-semana. Depois, veio um vazio na nossa história: "estou sempre aqui" dizias, mas não estavas exactamente ali. A distância que nos separava arrefeceu os pormenores de todos os dias e as conversas sobre nada. Hoje voltei a sentir, a sentir-te. E agora, perdoa-me o egoísmo, quero mais. Sempre mais. Nem que seja apenas para me repreenderes da forma que tu tão bem sabes (e da qual já sentia saudades), porque ainda te importas. E agradeço-te por não teres baixo os braços.






A ti, APRS. "Irmã de todas as horas e de todos os santos dias".






Loira

terça-feira, 20 de julho de 2010




Nao consigo escrever sobre isto. Magoa demais. Até escrever e até lembrar. E lembrar está no sangue...

M

quarta-feira, 7 de julho de 2010



"Espero que um dia você volte atrás, no que decidiu..."
[MEDO]
"Tudo vai ser mais dificil sem o teu coraçao..."

À dias em que tudo parece desmoronar...nem se sabe como exprimir o que se sente, nem o que se pensa e torna-se um tedio a ideia de nao se puder alterar nada.

Morena
Fuckin life!

quinta-feira, 17 de junho de 2010


ESCRAVA DA TUA AUSÊNCIA OBSCURA.





Loira

Absorção


É noite. Saio de casa. Olho e hoje o céu está só. Preto, sem brilho. Triste. Amargurado, talvez. Mas o céu é como os homens: nem sempre vê o que está à distância de um abraço. Esticou de cansaço os seus fragéis membros, sentiu uma leve e doce brisa que lhe acariciou o cabelo. Com ela, veio também uma música. Forte e bonita. Aí, o céu percebeu que algo mudara com aquela brisa e, ainda sem perceber porquê, brilhou num sumptuoso mar de luzes: de todas as cores, de todas as formas, de todos os tamanhos, em todas as direcções. O céu despiu-se da sua camuflagem, da sua vergonha. Deixou de ser tímido e acalentou com um clima de magia todos os que sob ele estavam. Naquela noite, o céu tornou-se forte, intenso, possante, varonil. Elegante, romântico. O céu não estava estrelado, porque todas as estrelas se foram embora para apenas uma lhe falar ao coração.







Loira

segunda-feira, 24 de maio de 2010



Pensamento do dia : Muitas amizades não permanecem porque as pessoas não sabem conviver com pessoas diferentes delas. Ou se transformam ou afastam. Não percebem que a grande maravilha está em serem diferentes e mesmo assim conseguirem ser realmente amigos.
Conclusão de pensamento sobre o motivo pelo qual houve pessoas que se afastaram de outras.

Morena

segunda-feira, 26 de abril de 2010


«(...)We've all heard the proverbs, heard the philosophers, heard our grandparents warning us about wasted time, heard the damn poets urging us to "seize the day". Still sometimes we have to see for ourselves. We have to make our own mistakes. We have to learn our own lessons. (...) that waking is better than sleeping. And that even the biggest failure, even the worst most intractable mistake beats the hell out of never trying.»

anatomia de grey

Morena

terça-feira, 20 de abril de 2010

Manifesto da saudade


Eu sei que estás ali. e sei que provavelmente nem tenho direito de sentir esta falta semanal mas sinto. Sinto falta do simples beijo depois do cansativo dia, sinto falta de ver a tua voz e não só ouvi-la.
E o que começou por uma relaçao em que pela primeira vez nao queria dizer que nao só por medos transformou-se na coisa que mais temo e que mais amo. E é por isso que sinto a falta hoje. Não da tua ausência infinita, a qual não existe devido a tentares sempre encurtá-la ^^, mas da ausência diária da tua pele, do teu beijo e do teu olhar. Principalmente do teu olhar. O que me mostra quem eu amo.

Morena

terça-feira, 13 de abril de 2010

Feliz Dia Mundial do Beijo


Enrique Porchelo, um homem garanhão de uma vila italiana, criou, em 1982, o dia internacional do beijo. Conta a história que Porchelo beijava todas as mulheres da sua vila, incluindo as casadas, até que certo dia um padre da mesma vila anunciou que entregaria um prémio em moedas de ouro às mulheres que ainda não haviam sido beijadas. A busca repetiu-se por anos, mas nenhuma mulher por beijar foi encontrada e o prémio nunca reclamado, mesmo após a morte do padre. Diz-se que o prémio foi escondido algures na vila italiana e, desde então, as pessoas comemoram em Itália o Dia do Beijo.

A todos os namorados, aos apaixonados, aos que amam sozinhos ou aos que se amam a si mesmos, Feliz Dia Mundial do Beijo.






Loira

sábado, 10 de abril de 2010

Cativas-me... (II)


Hoje (re)descobri que quando alguém TE VÊ no meio da multidão, quando alguém conhece a tua identidade, tornas-te TU e passas a querer fazer a diferença para essa pessoa. Exiges mais e melhor de ti. Queres ter a sua aprovação, o seu reconhecimento e mais alto apreço. Quando alguém sabe quem és (não importa onde nem quando) sentes-te importante e estimulado até para os grandes esforços. Talvez penses que ele espera grandes feitos de ti. Quando algo assim acontece és cativado. E cativaste o outro. E tornas-te responsável por ele e ele por ti. E é bom quando, mesmo sem palavras, esse alguém que cativaste te diz que és capaz, que consegues. Que basta quereres...





Loira

quinta-feira, 8 de abril de 2010

Para arquivo.



Na bela cidade de Coimbra, cidade prezada pela vida académica e pela história, ao dia 26 de Maio surgiu no planeta mais uma pequena flor.
O seu nome é Sandra e, tal como o significado do nome, ajuda todos a que consegue.
De cabelo muito escuro e olhos negros foi desde logo de imensa alegria para a sua família. A pequena, que nasceu com 3.250Kg começou aos nove meses a andar e desde ai, nunca mais parou.
Cresceu no campo e na cidade. No campo, em Portugal entre os campos do interior do Alentejo e, posteriormente entre a Suíça para onde os seus pais tiveram que emigrar.
Sempre gostou de usar o cabelo com muitos penteados, com ganchos e coisas assim bonitas. E tinha cabelo para isso, óh se tinha!
Depois passou à fase de querer vestir se sempre igual à sua prima Cármen e isso durou e durou… as duas eram inseparáveis. Até na roupa!
Para não ficar sozinha os pais deram aos sete anos de idade uma irmãzinha à Sandra (eu), que fui a boneca da Sandra. Tratou de mim como uma mulherzinha. Sim, porque sempre foi e ainda é muito madura, cautelosa, protectora e carinhosa.
Voltou a crescer e começou cada vez mais a criar amizades, a fincar os laços familiares que muito e começa também a importar-se com o seu ser espiritual.
Começa a ir a retiros, conferencias, encontros e aprende e cresce mais e mais. A farinha branca, campo bíblico etc, ficarão sempre na lembrança.
Entretanto, chega outra flor à família, uma muito reguila e que da o triplo de trabalho a Sandra e aos pais já em Portugal. A pequena passou de uma flor reguila a uma flor linda, querida e muito muito inteligente.
Sandra aprende também aos poucos a cozinhar e a fazer bolos, de que gosta muito, aliás, é sempre a pasteleira lá de casa e digo que aquela mousse de chocolate… hum….
Os cozinhados servem para quando em 2001 teve que deixar a terrinha e ir para a faculdade. Santarém foi para onde ia agora a maninha de cabelo preto e pele de chocolate.
Lá, aprendeu como os bichos comem folhas e como tractores aguentam em cima de lama e torrões. Aprendeu também a arte de viver sozinha e, muito importante, de ter que se safar sozinha. Assim, cresceu mais um pouco.
Durante a universidade…aqui a maninha Ana, já crescida foi ao campo bíblico e, de volta a casa e em tom de brincadeira começou a apresentar (através de fotos) os meninos bonitos que lá tinha estado e voilá!
Este é muito giro (disse ela) e, a partir dai já não é comigo mas ela continuou a crescer. Mas acompanhada dele…


Morena

domingo, 21 de março de 2010



"És o que és. Se tens rótulos, se, desde cedo, te colocaram uma lista de etiquetas em cima, bandeiras a lembrar-te quem és, a quem pertences, quais são as fronteiras da tua existência, se te disseram aquilo que devias ser, tudo isso é algo a que não consegues fugir, sempre pensaste.
E foste construindo o teu edifício sobre esses pilares. E, no fundo, ainda que nunca saibas bem o que isto do fundo quer dizer, não te desagrada porque és isso também, esse catálogo de vícios e virtudes, mas és mais. És pensamento divergente, és capaz de surpresa. Não és quem eras, mostras-te diferente e isso estranha-se. E tu estranhas-te, como se a tua pele não fosse tua. E não é, a que vês ao espelho, aquela que sentes cobrir o teu corpo, milímetro a milímetro.
Sabes que os heróis se forjam na memória das crianças. Sabes que é aí que tudo começa e tudo vai acabar, um dia, quando a memória te tornar em algo que não sabes bem como se chama. Não serás um herói, nesse dia. Serás uma pálida imagem do catálogo de vícios e virtudes. E partirás tranquilo quando souberes que foste forjado nas memórias de todos, até na tua e que, como os heróis, não foste filho da coerência. Esses, nascidos do eterno equilíbrio sem mácula, são os hipócritas, os zelotas, os que, de face erguida apontam dedos e entregam deuses com júbilo. Serás incoerente, até na morte, como os deuses./"
texto não meu, mas que como se fosse tão meu. O seu interior.O meu interior. morena

sexta-feira, 5 de março de 2010




Satisfação profissional não se tem que gostar da área onde se esta! Disse ele...
O ser humano devia sempre fazer equações sem contar a parte emocional...

Burro para cavalo!?
O pavor... o medo!

Depois o banho.Refreshing ( memórias digitais ). Memoria de docinho pelas biologias, geologias, anatomias, genéticas, teatro, musica até historia. Não electrónica!
E a conclusão: Não pela pessoa amada, mas pelo que se gosta e sim, ainda isso é emocional. Mas a pratica é emocional no ser humano. mesmo que se tente o menos possível inclui-la.

De cavalo para burro? Ainda não sei. Ainda terei 80 anos e não saberei. O burro é um grande animal!

mas, ainda o medo...


Morena

sábado, 27 de fevereiro de 2010

Luz de Esperança Translúcida




Hoje tu és o teu principal inimigo. Corróis-te, despedaças-te, desencorajas-te, enfraqueces-te.
Volto em breve para este corpo.







Loira

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010




Alma gémea...

"As almas gémeas quase nunca se encontram, mas, quando se encontram, abraçam-se, sentem-se. Naqueles momentos em que alguém diz uma coisa, que nunca ouvimos, mas reconhecemos não sei de onde. E em que mergulhamos sem querer, como se estivéssemos a visitar uma verdade que desconfiávamos existir, de onde desconfiamos ter vindo, mas aonde não tínhamos conseguido voltar. O coração sente-se. A alma pressente-se. O coração anda aos saltos dentro do peito, a soluçar como um doido, tão óbvio que chega a chatear. Gémea não é igual. É parecida. Não é um espelho. É uma janela. Não é um reflexo. É uma refracção. O desejo de encontrar uma alma gémea não é o desejo de reafirmarmos a unicidade da nossa existência através de outro que é igual a nós. É precisamente o contrário. É poder descansar dessa demanda. O estado normal de duas almas gémeas é o silêncio. Não é o "não ser preciso falar" - é outra forma de falar, que consiste numa alma descansar na outra. Como é que se reconhece a alma gémea? No abraço. No beijo. Quando duas almas gémeas se abraçam e se beijam, sente-se o alívio imenso de não ter de viver. A sensação é de sermos uma alma no ar que reencontrou a sua casa, que voltou finalmente ao seu lugar, como se o outro corpo fosse o nosso que perderamos desde a nascença. As almas gémeas revelam-se uma à outra. Não são iguais. Mas revelam-se de forma igual. Como se tivesse surgido, de repente, uma língua que só os dois conseguissem falar. Toda a angústia do eu se dissipa. É-se inteira e naturalmente aceite. Sem perguntas. Sem condições. Sem promessas. E mergulha-se no outro como se já não fosse preciso existirmos. " Miguel Esteves Cardoso

Combina em quase tudo, estamos a caminho.
morena.

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

"Longe é um caminho que não existe"




Loira

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

Dizes-me: tu és mais alguma cousa
Que uma pedra ou uma planta.
Dizes-me: sentes, pensas e sabes
Que pensas e sentes.

Então as pedras escrevem versos?

Então as plantas têm ideias sobre o mundo?

Sim: há diferença.
Mas não é a diferença que encontras;

Porque o ter consciência não me obriga a ter teorias sobre as cousas:
Só me obriga a ser consciente.

Se sou mais que uma pedra ou uma planta? Não sei.
Sou diferente. Não sei o que é mais ou menos.

Ter consciência é mais que ter cor?
Pode ser e pode não ser.
Sei que é diferente apenas.
Ninguém pode provar que é mais que só diferente.

Sei que a pedra é a real, e que a planta existe.
Sei isto porque elas existem.
Sei isto porque os meus sentidos mo mostram.
Sei que sou real também.
Sei isto porque os meus sentidos mo mostram,
Embora com menos clareza que me mostram a pedra e a planta.
Não sei mais nada.

Sim, escrevo versos, e a pedra não escreve versos.
Sim, faço ideias sobre o mundo, e a planta nenhumas.
Mas é que as pedras não são poetas, são pedras;
E as plantas são plantas só, e não pensadores.
Tanto posso dizer que sou superior a elas por isto,
Como que sou inferior.
Mas não digo isso: digo da pedra, «é uma pedra»,
Digo da planta, «é uma planta»,
Digo de mim, «sou eu».

E não digo mais nada. Que mais há a dizer?

Alberto Caeiro.

Morena

terça-feira, 12 de janeiro de 2010



Há dias em que apetece desaparecer do mundo, pelo menos do NOSSO mundo.

e, nao poderia deixar de mencionar, entrar no mundo de avatar :D. O filme está excelente e mexe muito com o que o ser "humano" anda aqui a fazer!

Queria mesmo estar noutro mundo, com as pessoas que ainda valem a pena e com a natureza.

Morena

sábado, 9 de janeiro de 2010

Amas-me? Quanto?...

Morena

A Precisar de Resgate


Saudades do antes. Do que tive e já não tenho. Deixa o impasse, a esperança de voltar a ter. Saudades do que passou, de tudo o que foi e já não é mais. Saudades de ti, de todos, de tudo. Quando pensamos que apesar de tudo vai melhorar, há a lembrança de momentos partilhados, o sabor de todos os risos, o som de toda a alegria, o olhar de companheirismo e entreajuda. Tornamo-nos frágeis e, por algumas vezes, isso dificulta que seja melhor do que aquilo que já foi. E o novo, que podia ser bom, traz o travo amargo da saudade. Quero todo o meu antes. Salva-me.







Loira