quinta-feira, 8 de abril de 2010

Para arquivo.



Na bela cidade de Coimbra, cidade prezada pela vida académica e pela história, ao dia 26 de Maio surgiu no planeta mais uma pequena flor.
O seu nome é Sandra e, tal como o significado do nome, ajuda todos a que consegue.
De cabelo muito escuro e olhos negros foi desde logo de imensa alegria para a sua família. A pequena, que nasceu com 3.250Kg começou aos nove meses a andar e desde ai, nunca mais parou.
Cresceu no campo e na cidade. No campo, em Portugal entre os campos do interior do Alentejo e, posteriormente entre a Suíça para onde os seus pais tiveram que emigrar.
Sempre gostou de usar o cabelo com muitos penteados, com ganchos e coisas assim bonitas. E tinha cabelo para isso, óh se tinha!
Depois passou à fase de querer vestir se sempre igual à sua prima Cármen e isso durou e durou… as duas eram inseparáveis. Até na roupa!
Para não ficar sozinha os pais deram aos sete anos de idade uma irmãzinha à Sandra (eu), que fui a boneca da Sandra. Tratou de mim como uma mulherzinha. Sim, porque sempre foi e ainda é muito madura, cautelosa, protectora e carinhosa.
Voltou a crescer e começou cada vez mais a criar amizades, a fincar os laços familiares que muito e começa também a importar-se com o seu ser espiritual.
Começa a ir a retiros, conferencias, encontros e aprende e cresce mais e mais. A farinha branca, campo bíblico etc, ficarão sempre na lembrança.
Entretanto, chega outra flor à família, uma muito reguila e que da o triplo de trabalho a Sandra e aos pais já em Portugal. A pequena passou de uma flor reguila a uma flor linda, querida e muito muito inteligente.
Sandra aprende também aos poucos a cozinhar e a fazer bolos, de que gosta muito, aliás, é sempre a pasteleira lá de casa e digo que aquela mousse de chocolate… hum….
Os cozinhados servem para quando em 2001 teve que deixar a terrinha e ir para a faculdade. Santarém foi para onde ia agora a maninha de cabelo preto e pele de chocolate.
Lá, aprendeu como os bichos comem folhas e como tractores aguentam em cima de lama e torrões. Aprendeu também a arte de viver sozinha e, muito importante, de ter que se safar sozinha. Assim, cresceu mais um pouco.
Durante a universidade…aqui a maninha Ana, já crescida foi ao campo bíblico e, de volta a casa e em tom de brincadeira começou a apresentar (através de fotos) os meninos bonitos que lá tinha estado e voilá!
Este é muito giro (disse ela) e, a partir dai já não é comigo mas ela continuou a crescer. Mas acompanhada dele…


Morena

1 comentário:

Loira disse...

E deu no que deu. =) Fica agora a história em aberto para mais páginas de uma nova vida. Parabéns aos dois. ;)

D.