segunda-feira, 26 de abril de 2010


«(...)We've all heard the proverbs, heard the philosophers, heard our grandparents warning us about wasted time, heard the damn poets urging us to "seize the day". Still sometimes we have to see for ourselves. We have to make our own mistakes. We have to learn our own lessons. (...) that waking is better than sleeping. And that even the biggest failure, even the worst most intractable mistake beats the hell out of never trying.»

anatomia de grey

Morena

terça-feira, 20 de abril de 2010

Manifesto da saudade


Eu sei que estás ali. e sei que provavelmente nem tenho direito de sentir esta falta semanal mas sinto. Sinto falta do simples beijo depois do cansativo dia, sinto falta de ver a tua voz e não só ouvi-la.
E o que começou por uma relaçao em que pela primeira vez nao queria dizer que nao só por medos transformou-se na coisa que mais temo e que mais amo. E é por isso que sinto a falta hoje. Não da tua ausência infinita, a qual não existe devido a tentares sempre encurtá-la ^^, mas da ausência diária da tua pele, do teu beijo e do teu olhar. Principalmente do teu olhar. O que me mostra quem eu amo.

Morena

terça-feira, 13 de abril de 2010

Feliz Dia Mundial do Beijo


Enrique Porchelo, um homem garanhão de uma vila italiana, criou, em 1982, o dia internacional do beijo. Conta a história que Porchelo beijava todas as mulheres da sua vila, incluindo as casadas, até que certo dia um padre da mesma vila anunciou que entregaria um prémio em moedas de ouro às mulheres que ainda não haviam sido beijadas. A busca repetiu-se por anos, mas nenhuma mulher por beijar foi encontrada e o prémio nunca reclamado, mesmo após a morte do padre. Diz-se que o prémio foi escondido algures na vila italiana e, desde então, as pessoas comemoram em Itália o Dia do Beijo.

A todos os namorados, aos apaixonados, aos que amam sozinhos ou aos que se amam a si mesmos, Feliz Dia Mundial do Beijo.






Loira

sábado, 10 de abril de 2010

Cativas-me... (II)


Hoje (re)descobri que quando alguém TE VÊ no meio da multidão, quando alguém conhece a tua identidade, tornas-te TU e passas a querer fazer a diferença para essa pessoa. Exiges mais e melhor de ti. Queres ter a sua aprovação, o seu reconhecimento e mais alto apreço. Quando alguém sabe quem és (não importa onde nem quando) sentes-te importante e estimulado até para os grandes esforços. Talvez penses que ele espera grandes feitos de ti. Quando algo assim acontece és cativado. E cativaste o outro. E tornas-te responsável por ele e ele por ti. E é bom quando, mesmo sem palavras, esse alguém que cativaste te diz que és capaz, que consegues. Que basta quereres...





Loira

quinta-feira, 8 de abril de 2010

Para arquivo.



Na bela cidade de Coimbra, cidade prezada pela vida académica e pela história, ao dia 26 de Maio surgiu no planeta mais uma pequena flor.
O seu nome é Sandra e, tal como o significado do nome, ajuda todos a que consegue.
De cabelo muito escuro e olhos negros foi desde logo de imensa alegria para a sua família. A pequena, que nasceu com 3.250Kg começou aos nove meses a andar e desde ai, nunca mais parou.
Cresceu no campo e na cidade. No campo, em Portugal entre os campos do interior do Alentejo e, posteriormente entre a Suíça para onde os seus pais tiveram que emigrar.
Sempre gostou de usar o cabelo com muitos penteados, com ganchos e coisas assim bonitas. E tinha cabelo para isso, óh se tinha!
Depois passou à fase de querer vestir se sempre igual à sua prima Cármen e isso durou e durou… as duas eram inseparáveis. Até na roupa!
Para não ficar sozinha os pais deram aos sete anos de idade uma irmãzinha à Sandra (eu), que fui a boneca da Sandra. Tratou de mim como uma mulherzinha. Sim, porque sempre foi e ainda é muito madura, cautelosa, protectora e carinhosa.
Voltou a crescer e começou cada vez mais a criar amizades, a fincar os laços familiares que muito e começa também a importar-se com o seu ser espiritual.
Começa a ir a retiros, conferencias, encontros e aprende e cresce mais e mais. A farinha branca, campo bíblico etc, ficarão sempre na lembrança.
Entretanto, chega outra flor à família, uma muito reguila e que da o triplo de trabalho a Sandra e aos pais já em Portugal. A pequena passou de uma flor reguila a uma flor linda, querida e muito muito inteligente.
Sandra aprende também aos poucos a cozinhar e a fazer bolos, de que gosta muito, aliás, é sempre a pasteleira lá de casa e digo que aquela mousse de chocolate… hum….
Os cozinhados servem para quando em 2001 teve que deixar a terrinha e ir para a faculdade. Santarém foi para onde ia agora a maninha de cabelo preto e pele de chocolate.
Lá, aprendeu como os bichos comem folhas e como tractores aguentam em cima de lama e torrões. Aprendeu também a arte de viver sozinha e, muito importante, de ter que se safar sozinha. Assim, cresceu mais um pouco.
Durante a universidade…aqui a maninha Ana, já crescida foi ao campo bíblico e, de volta a casa e em tom de brincadeira começou a apresentar (através de fotos) os meninos bonitos que lá tinha estado e voilá!
Este é muito giro (disse ela) e, a partir dai já não é comigo mas ela continuou a crescer. Mas acompanhada dele…


Morena