Escrever. Escrever. Escrever. Ah! Que querer hoje! Inexistência de vocábulos. E criatividade. E dos anos que passaram.
Metamorfose regressiva, esta! Jogo de palavras difícil, confuso. Exercício mental complexo. Emaranhado de cores, formas e linhas imaginárias que teimam na ausência de harmonia. Respiração profunda, em arfadas de ar incompletas e urgentes. Sede de metafísica.
Incompreensão coerente, em linha recta. Apogeu decadente, na escala de um tempo contínuo, constante, proporcional.
Apocalipse.
Loira
1 comentário:
That's my girl :)
Metamorfose. Apenas.
Insistes na ideia de regressão, mas acho que estás apenas mais exigente e mais complexa.
Achas que perdeste vocábulos, e tens insistido nessa ideia, mas quanto muito trocaste: ou não eras capaz agora de despejar uma data de conceitos de anatomia ou epidemiologia que há uns tempos nem sabias que existiam?
Quantos de nós não conhecem a confusão antes da clareza? Essas cores, formas e linhas poderão harmonizar-se, a respiração a controlar-se e vir a permitir um discurso menos caótico.
Ou então a única maneira de fazerem sentido é sem sentido algum.
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