
Duas, três, quatro vezes. Entro e saio simplesmente. Não levo, não deixo. Sou apenas eu com os meus silêncios. No cair da noite, na imensidão de uma casa vazia de cheiro a novo, nada tenho a dizer. E custa. Dói querer navegar e não ter navios, num mar que evapora com o fumo de um cigarro. Cada vez mais.
Perco-me. Desculpa.
Loira
1 comentário:
nao precisas de navios, apanhas numa qualquer canoa e fazes-te as ondas :D
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