terça-feira, 10 de fevereiro de 2009


Duas, três, quatro vezes. Entro e saio simplesmente. Não levo, não deixo. Sou apenas eu com os meus silêncios. No cair da noite, na imensidão de uma casa vazia de cheiro a novo, nada tenho a dizer. E custa. Dói querer navegar e não ter navios, num mar que evapora com o fumo de um cigarro. Cada vez mais.


Perco-me. Desculpa.











Loira

1 comentário:

Anónimo disse...

nao precisas de navios, apanhas numa qualquer canoa e fazes-te as ondas :D