"Biomedical engineers are highly trained and sought after professionals. They combine biology, engineering and medicine to help solve medical and scientific health problems. They are involved in designing the machinery that surgeons use on patients such as MRI scanners. As well as this they research and develop things such as artificial limbs and organs.
Biomedical engineers are essential to enhancing the medical and health worlds. Without biomedical engineers hospitals would have no machinery or equipment. Biomedical engineers were responsible for designing some of the most modern medical technology such as heart-lung machines that can work on behalf of the heart and lungs by oxygenating the blood during surgery. They also created the lasers that are now commonly used for laser eye surgery. Sometimes biomedical engineers work in hospitals where there job is to help maintain the equipment that is there.
Biomedical engineers must have an advanced level of scientific and medical knowledge, and most jobs require a minimum of a masters degree in biomedical engineering. It is also important to have good concentration to detail and patience. Biomedical engineers regularly work in teams to help develop and produce products and machinery so must be good at communicating and working well within a team."
Gosto!! ;)
Morena
Sem Nexo
segunda-feira, 16 de abril de 2012
quinta-feira, 15 de março de 2012
In(exististe)

Afinal, as nódoas negras revelaram-se verdadeiras chagas que, um mês depois, estão ainda por limpar. Os dias dramáticos tornaram-se um completo vazio e os passos, antes desacertados, são agora unilaterais.
Fica o adeus do até sempre e do até já. Fica a saudade do que foi, e um coração apertado pela recordação de ter tido outro coração. Ficará sempre o lugarzinho guardado. Especial.
Voltar-nos-emos a ver. Sabe-se lá onde, sabe-se lá quando.
Loira
sábado, 10 de março de 2012
Saudades de ti.

A tua ausencia "Irmã de todas as horas e de todos os santos dias".
Lembras-te dos dias juntas? Quando estavamos juntas horas e nao havia esforço nenhum nisso. Nao tinhamos que marcar, nao tinhamos que esperar nem era nada dificil. Estavas lá. sempre, para me lembrar que as amizades verdadeiras existem. Tinha várias naquela altura e que belos tempos esses! Quero-te mais perto , tanto quanto possível e agora estás tao longe minha amiga, tao longe. tao longe. Espero-te feliz, ainda assim. Que o sorriso nunca se apague de ti.
Morena
quinta-feira, 26 de janeiro de 2012
quarta-feira, 25 de janeiro de 2012
A diferença entre um Amor que temos, por muito bom que seja, e um Amor que nos
tem a nós, tem exactamente a ver com a capacidade de decidir sobre ele. Perdemos
o controle sobre tudo o que nos tem a nós e, por isso, também a capacidade de
decidir o seu fim. É que o fim de um Amor também é sempre uma decisão.
tem a nós, tem exactamente a ver com a capacidade de decidir sobre ele. Perdemos
o controle sobre tudo o que nos tem a nós e, por isso, também a capacidade de
decidir o seu fim. É que o fim de um Amor também é sempre uma decisão.
Loira
domingo, 22 de janeiro de 2012
Des(ilusão)

Talvez desilusões não existam. Talvez seja o termo escolhido para mascarar, de forma egoísta, a nossa falta de modéstia. Os outros não nos desiludem. Somos nós que queremos demasiado, exigimos que os nossos sonhos sejam concretizados por outrém, tal qual como nós o sonhámos. Não damos espaço à surpresa e, se esta ocorre, frustramo-nos, irritamo-nos e culpabilizamos o outro por não ter sonhado exactamente todos os cheiros, todas as ruas, todos os olhares, todos os toques ou até todas as palavras. Poderia até ser melhor, mas somos teimosos demais para aceitar o novo, quando a ideia inicial partiu de nós.
Loira
domingo, 25 de setembro de 2011
"Dos adultos que amuam acha-se que fizeram uma birra e, mesmo que no maior silêncio, o que fica é um lastro de infantilidade sempre desesperante."
As crianças amuam. Por boas, más e sofríveis razões, muitas crianças amuam frequentemente, e fazem-no, sobretudo, quando não lhes fazem as vontades, quando as contrariam, quando lhes ralham ou quando não lhes dão a atenção que elas desejariam.
Também podem amuar por razões menos evidentes, mas, em qualquer caso, o amuar traduz e mostra o seu profundo desagrado com o mundo circundante.
Espantosamente, os adultos também.
Das crianças que amuam, que fazem beicinho, viram a cara, não respondem quando lhes falamos, olham de lado ou recusam o olhar, baixam a cabeça e apresentam uma atitude zangada ou distante, dizemos que são mal-educadas ou mimadas.
Dos adultos que fazem o mesmo, também.
A grande, enorme, diferença é que as crianças são, por definição e constituição desenvolvimental, autocentradas.
Quer isto dizer que não conseguem, não são capazes de se colocar no lugar do outro e, nessa medida, não têm forma de compreender que as desatenções de que se sentem vítimas e as contrariedades e frustrações que experimentam não são provas de um terrível desamor.
Para elas, tudo o que escapa ao seu controlo e foge ao seu desejo constitui-se, literalmente, como uma imensa desconsideração.
Os adultos, entretanto, são, ou deveriam ser, capazes de entender a alteridade.
Por isso mesmo, espera-se que possam conviver com alguma tranquilidade com o facto de os outros todos, mesmo que seus atentos familiares, amigos e até amantes, tenham as suas próprias agendas, quer dizer, apresentem necessidades, interesses e limites diferentes e, por vezes, conflituantes.
Espera-se que entendam o que é diferente, que gostar não significa concordar, e que, em vez de amuar, é suposto e desejável discutir, argumentar e negociar.
Espera-se e, às vezes, desespera-se.
Às crianças que amuam tolera-se o comportamento e, algumas vezes, até se agradece, já que, pelo menos, não houve lugar a uma birra barulhenta e desesperante.
Dos adultos que amuam acha-se que fizeram uma birra e, mesmo que no maior silêncio, o que fica é um lastro de infantilidade sempre desesperante.
As crianças amuam. Por boas, más e sofríveis razões, muitas crianças amuam frequentemente, e fazem-no, sobretudo, quando não lhes fazem as vontades, quando as contrariam, quando lhes ralham ou quando não lhes dão a atenção que elas desejariam.
Também podem amuar por razões menos evidentes, mas, em qualquer caso, o amuar traduz e mostra o seu profundo desagrado com o mundo circundante.
Espantosamente, os adultos também.
Das crianças que amuam, que fazem beicinho, viram a cara, não respondem quando lhes falamos, olham de lado ou recusam o olhar, baixam a cabeça e apresentam uma atitude zangada ou distante, dizemos que são mal-educadas ou mimadas.
Dos adultos que fazem o mesmo, também.
A grande, enorme, diferença é que as crianças são, por definição e constituição desenvolvimental, autocentradas.
Quer isto dizer que não conseguem, não são capazes de se colocar no lugar do outro e, nessa medida, não têm forma de compreender que as desatenções de que se sentem vítimas e as contrariedades e frustrações que experimentam não são provas de um terrível desamor.
Para elas, tudo o que escapa ao seu controlo e foge ao seu desejo constitui-se, literalmente, como uma imensa desconsideração.
Os adultos, entretanto, são, ou deveriam ser, capazes de entender a alteridade.
Por isso mesmo, espera-se que possam conviver com alguma tranquilidade com o facto de os outros todos, mesmo que seus atentos familiares, amigos e até amantes, tenham as suas próprias agendas, quer dizer, apresentem necessidades, interesses e limites diferentes e, por vezes, conflituantes.
Espera-se que entendam o que é diferente, que gostar não significa concordar, e que, em vez de amuar, é suposto e desejável discutir, argumentar e negociar.
Espera-se e, às vezes, desespera-se.
Às crianças que amuam tolera-se o comportamento e, algumas vezes, até se agradece, já que, pelo menos, não houve lugar a uma birra barulhenta e desesperante.
Dos adultos que amuam acha-se que fizeram uma birra e, mesmo que no maior silêncio, o que fica é um lastro de infantilidade sempre desesperante.
Autor: Isabel Leal
2 de Jun de 2011
M.
quarta-feira, 7 de setembro de 2011
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