
Voltar a partilhar, voltar a rir, a sorrir. Sabe bem voltarmos ao que foi, como se não tivesse existido pausa no espaço e no tempo. Hoje, foi como era todos os dias. Todas as horas partilhadas em todos os santos dias, apenas com folgas em alguns fins-de-semana. Depois, veio um vazio na nossa história: "estou sempre aqui" dizias, mas não estavas exactamente ali. A distância que nos separava arrefeceu os pormenores de todos os dias e as conversas sobre nada. Hoje voltei a sentir, a sentir-te. E agora, perdoa-me o egoísmo, quero mais. Sempre mais. Nem que seja apenas para me repreenderes da forma que tu tão bem sabes (e da qual já sentia saudades), porque ainda te importas. E agradeço-te por não teres baixo os braços.
A ti, APRS. "Irmã de todas as horas e de todos os santos dias".
Loira